Chefe de serviço de transporte rodoviário
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 76 atribuições para chefe de serviço de transporte rodoviário, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.961
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 14
- 287 contratações
- Vagas perdidas
- −921
- encolheu em 34 das 42 cidades
- Atribuições
- 76
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
287 contratações em 14 cidades
R$ 2.961
de R$ 1.769 a R$ 3.933
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um chefe de serviço de transporte rodoviário
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Administrar frota
14- Atender clientes
- Checar disponibilidade de veículos e motoristas
- Planejar utilização da frota
- Compatibilizar demanda de serviços com frota
Supervisionar motoristas e auxiliares de viagem
8- Supervisionar treinamento dos motoristas
- Entrevistar motoristas antes da viagem
- Conferir documentação dos motoristas
- Medir teor alcoólico de motoristas (teste do bafômetro)
Supervisionar embarque de carga e passageiros
7- Vistoriar condições de higiene do veículo
- Emitir programa de embarque por veículo
- Checar tipo e quantidade de carga e bagagem
- Emitir documento fiscal da carga
Programar horários de viagem
7- Escalar motoristas e auxiliares
- Verificar percurso da viagem
- Verificar intervalos entre jornadas de trabalho de motoristas e auxiliares
- Acompanhar carga horária dos motoristas e auxiliares
Controlar gastos de viagem
7- Liberar recursos financeiros para viagem
- Conferir notas fiscais e de prestação de contas
- Controlar planilhas de custos de viagem
- Controlar consumo de combustível
Atender acidentes na estrada
17- Providenciar socorro de vítimas
- Acionar polícia
- Acionar seguradora
- Acionar perícia técnica
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Redigir
- Demonstrar clareza
- Demonstrar objetividade
- Argumentar
- Prestar informações
- Ouvir sugestões
- Liderar
- Demonstrar dinamismo
- Trabalhar em equipe
- Demonstrar capacidade de discernimento
- Delegar reponsabilidades
- Dar provas de organização
- Demonstrar confiabilidade
- Negociar
- Administrar imprevistos
- Demonstrar capacidade de observação
Está contratando?
Não — está encolhendo na maior parte do país.
Perdeu 921 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 34 das 42 cidades onde há dado.
- Contratações
- 1.960
- Saídas
- 2.881
- Cidades com dado
- 42
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um chefe de serviço de transporte rodoviário?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um chefe de serviço de transporte rodoviário tem 76 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em administrar frota, por exemplo: atender clientes; checar disponibilidade de veículos e motoristas; planejar utilização da frota; compatibilizar demanda de serviços com frota.
Quanto ganha um chefe de serviço de transporte rodoviário?
A mediana do salário de contratação de chefe de serviço de transporte rodoviário é R$ 2.961 na cidade do meio, considerando 287 contratações em 14 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de chefe de serviço de transporte rodoviário está contratando?
Não — está encolhendo na maior parte do país. Perdeu 921 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 34 das 42 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 342305.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.