Confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 43 atribuições para confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina, em 6 áreas de atuação.

CBO 833110
Salário típico
R$ 1.728
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
6
168 contratações
Está contratando?
−46
encolheu em 4 das 15 cidades
Atribuições
43
em 6 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

168 contratações em 6 cidades

R$ 1.728

de R$ 1.621 a R$ 2.600

Meio período

12 contratações em 1 cidade

R$ 1.656

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Preparar máquina para corte de papel

6
  • Programar máquina para o corte
  • Verificar afiação da lâmina
  • Encaixar lâmina na máquina
  • Inspecionar o programa

Operar máquina

7
  • Posicionar papel
  • Acionar pedal para prensar o papel
  • Apertar botões manuais simultaneamente
  • Realizar primeiro corte

Preparar máquina de corte, colagem e dobragem

6
  • Trocar engrenagem e mesa
  • Encher o depósito de cola
  • Ajustar folhas e rolos de papel, celofane etc.
  • Ajustar puxadores

Preparar impressora

6
  • Trocar cilindros
  • Colocar tinta
  • Colocar clichê no cilindro
  • Ajustar cores

Preparar máquina para corte e vinco

6
  • Ajustar clichê metálico (faca)
  • Parafusar clichê
  • Abastecer máquina com material
  • Testar corte e vinco

Limpar máquinas

6
  • Tirar poeira
  • Limpar excesso de óleo
  • Limpar tinteiros
  • Lubrificar superficialmente

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Preencher relatórios
  • Utilizar aplicativos básicos de informática
  • Liderar grupos
  • Demonstrar higiene
  • Demonstrar capacidade de percepção
  • Utilizar equipamentos de segurança

Esta profissão está contratando?

Foram 853 contratações e 899 saídas — um saldo de −46 pessoas. A profissão encolheu em 4 das 15 cidades com dado.

27% das cidades

Saldo não é o mesmo que vaga aberta. Uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — aí o que o número mostra é rotatividade, não crescimento. E só entra na conta o emprego com carteira assinada. Dados de abril a junho de 2026.

Perguntas frequentes

O que faz um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina tem 43 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em preparar máquina para corte de papel, por exemplo: programar máquina para o corte; verificar afiação da lâmina; encaixar lâmina na máquina; inspecionar o programa.

Quanto ganha um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

A mediana do salário de contratação de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina é R$ 1.728 na cidade do meio, considerando 168 contratações em 6 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina está contratando?

A profissão está encolhendo: houve 46 saídas a mais do que contratações, e ela caiu em 4 das 15 cidades com dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 833110.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.