Pescador profissional
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 63 atribuições para pescador profissional, em 7 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.426
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 17
- 1.248 contratações
- Vagas perdidas
- −122
- encolheu em 14 das 29 cidades
- Atribuições
- 63
- em 7 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
1.248 contratações em 17 cidades
R$ 2.426
de R$ 1.621 a R$ 2.530
Meio período
88 contratações em 3 cidades
R$ 2.530
de R$ 1.783 a R$ 2.530
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um pescador profissional
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Capturar animais aquáticos
10- Demarcar redes, espinhéis e armadilhas
- Lançar redes em caceia
- Capturar peixes com rede de fundo
- Capturar peixes de cardume com cerco
Despescar animais aquáticos
8- Içar armadilhas
- Recolher redes
- Desmalhar pescado
- Retirar pescado de anzol
Beneficiar pescado
9- Classificar pescado
- Eviscerar pescado
- Descabeçar camarão e lagosta
- Filetar pescado
Preparar insumos e equipamentos de pesca
10- Entralhar redes
- Reparar redes
- Amarrar anzol e armadilha
- Preparar linhas primárias e secundárias para espinhel
Limpar embarcação e equipamentos de pesca
6- Lavar equipamentos de pesca
- Lubrificar guincho
- Lubrificar cabo de aço
- Lubrificar armação de trangone
Carregar e descarregar embarcação
6- Abastecer embarcação com combustível
- Abastecer embarcação com alimentos e gelo
- Abastecer embarcação com iscas
- Conferir carregamento de equipamentos de pesca
Auxiliar em serviços gerais de navegação
6- Auxiliar em atracação e manobra
- Auxiliar na condução da embarcação
- Auxiliar em localização de cardumes
- Auxiliar em limpeza da embarcação
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Manifestar controle emocional
- Dar prova de agilidade na captura de animais aquáticos
- Trabalhar em equipe
- Adaptar-se ao movimento da embarcação
- Demonstrar resistência física
- Tomar decisões em situações adversas
- Demonstrar atenção
- Suportar trabalho em confinamento
Está contratando?
Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade.
Perdeu 122 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 14 das 29 cidades onde há dado.
- Contratações
- 4.994
- Saídas
- 5.116
- Cidades com dado
- 29
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um pescador profissional?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um pescador profissional tem 63 atribuições descritas, distribuídas em 7 áreas de atuação. Em capturar animais aquáticos, por exemplo: demarcar redes, espinhéis e armadilhas; lançar redes em caceia; capturar peixes com rede de fundo; capturar peixes de cardume com cerco.
Quanto ganha um pescador profissional?
A mediana do salário de contratação de pescador profissional é R$ 2.426 na cidade do meio, considerando 1.248 contratações em 17 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de pescador profissional está contratando?
Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade. Perdeu 122 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 14 das 29 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 631210.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.