Técnico em programação visual
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 34 atribuições para técnico em programação visual, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.300
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 1
- 10 contratações
- Vagas criadas
- +2
- cresceu em todas as 1 cidades
- Atribuições
- 34
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
10 contratações em 1 cidade
R$ 2.300
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um técnico em programação visual
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Realizar programação visual gráfica
7- Identificar necessidades de cliente final
- Elaborar leiaute
- Desenvolver arte-final
- Analisar viabilidade técnica e econômica
Prestar assistência técnica
4- Orientar clientes sobre possibilidades e restrições de materiais e processos
- Avaliar reclamações de clientes
- Fornecer informações técnicas para as diversas áreas da empresa
- Avaliar resultados junto ao cliente
Buscar alternativas para melhorias em tecnologias e matérias-primas
4- Avaliar tendências de mercado
- Consultar normas e fontes de informações técnicas
- Realizar visitas técnicas a empresas e fornecedores para coleta de informações
- Analisar tecnologias disponíveis no mercado
Operar máquinas e equipamentos nos processos de pré-impressão
2- Realizar operações de processamento de imagem
- Operar equipamentos para reprodução da imagem
Coordenar equipes de trabalho
4- Realizar atividades de treinamento
- Assegurar o cumprimento de normas de segurança do trabalho e de preservação ambiental
- Definir atribuições de equipes de trabalho
- Assegurar o cumprimento de normas e procedimentos no trabalho
Controlar qualidade
1- Estabelecer padrões de referência
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Demonstrar percepção de cores
- Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal
- Demonstrar espírito de liderança
- Demonstrar criatividade
- Comunicar-se com clareza e objetividade
- Buscar autodesenvolvimento
- Interpretar textos em outros idiomas
- Demonstrar senso estético
- Trabalhar de forma organizada
- Manter-se versátil
- Demonstrar curiosidade técnica e científica
- Utilizar recursos de informática
Está contratando?
Sim, em quase todo o país.
Contratou 2 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 1 cidades onde há dado.
- Contratações
- 40
- Saídas
- 38
- Cidades com dado
- 1
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um técnico em programação visual?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um técnico em programação visual tem 34 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em realizar programação visual gráfica, por exemplo: identificar necessidades de cliente final; elaborar leiaute; desenvolver arte-final; analisar viabilidade técnica e econômica.
Quanto ganha um técnico em programação visual?
A mediana do salário de contratação de técnico em programação visual é R$ 2.300 na cidade do meio, considerando 10 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de técnico em programação visual está contratando?
Sim, em quase todo o país. Contratou 2 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 1 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 371305.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.