Quanto ganha um Ajudante de confecção em Tietê - SP
Em Tietê, um Ajudante de confecção é contratado ganhando cerca de R$ 1.986 por mês, segundo os 48 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.986
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.805 e R$ 1.986.
Com base em 48 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Ajudante de confecção em Tietê?
Em Tietê, o salário de contratação de Ajudante de confecção é de cerca de R$ 1.986 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.805 e R$ 1.986, com base em 48 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Ajudante de confecção em Tietê?
O piso mais comum na contratação de Ajudante de confecção em Tietê fica em torno de R$ 1.805 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Ajudante de confecção em Tietê é bom?
Comparando com as outras profissões de Tietê, Ajudante de confecção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.986 por mês contra R$ 2.071 da profissão típica de Tietê.
Onde Ajudante de confecção ganha mais que em Tietê?
Entre as 239 cidades com dados para Ajudante de confecção, Tietê aparece na 37ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Ajudante de confecção está contratando em Tietê?
Em Tietê entre julho de 2025 a junho de 2026, 190 pessoas foram contratadas como Ajudante de confecção e 196 saíram — a profissão perdeu 6 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.