Quanto ganha um Ajudante de confecção em Timbó - SC
Em Timbó, um Ajudante de confecção é contratado ganhando cerca de R$ 2.099 por mês, segundo os 35 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.099
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.936 e R$ 2.099.
Com base em 35 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Ajudante de confecção em Timbó?
Em Timbó, o salário de contratação de Ajudante de confecção é de cerca de R$ 2.099 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.936 e R$ 2.099, com base em 35 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Ajudante de confecção em Timbó?
O piso mais comum na contratação de Ajudante de confecção em Timbó fica em torno de R$ 1.936 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Ajudante de confecção em Timbó é bom?
Comparando com as outras profissões de Timbó, Ajudante de confecção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.099 por mês contra R$ 2.178 da profissão típica de Timbó.
Onde Ajudante de confecção ganha mais que em Timbó?
Entre as 239 cidades com dados para Ajudante de confecção, Timbó aparece na 19ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Ajudante de confecção está contratando em Timbó?
Em Timbó entre julho de 2025 a junho de 2026, 128 pessoas foram contratadas como Ajudante de confecção e 106 saíram — a profissão contratou 22 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 8 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.