Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Armazém - SC
Em Armazém, um Alimentador de linha de produção é contratado ganhando cerca de R$ 1.961 por mês, segundo os 50 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.961
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.898 e R$ 1.970.
Com base em 50 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Armazém?
Em Armazém, o salário de contratação de Alimentador de linha de produção é de cerca de R$ 1.961 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.898 e R$ 1.970, com base em 50 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Alimentador de linha de produção em Armazém?
O piso mais comum na contratação de Alimentador de linha de produção em Armazém fica em torno de R$ 1.898 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Alimentador de linha de produção em Armazém é bom?
Comparando com as outras profissões de Armazém, Alimentador de linha de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.961 por mês contra R$ 2.035 da profissão típica de Armazém.
Onde Alimentador de linha de produção ganha mais que em Armazém?
Entre as 1750 cidades com dados para Alimentador de linha de produção, Armazém aparece na 758ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Alimentador de linha de produção está contratando em Armazém?
Em Armazém entre julho de 2025 a junho de 2026, 289 pessoas foram contratadas como Alimentador de linha de produção e 249 saíram — a profissão contratou 40 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.