Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Imbituba - SC
Em Imbituba, um Alimentador de linha de produção é contratado ganhando cerca de R$ 2.125 por mês, segundo os 107 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.125
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.000 e R$ 2.152.
Com base em 107 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Imbituba?
Em Imbituba, o salário de contratação de Alimentador de linha de produção é de cerca de R$ 2.125 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.000 e R$ 2.152, com base em 107 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Alimentador de linha de produção em Imbituba?
O piso mais comum na contratação de Alimentador de linha de produção em Imbituba fica em torno de R$ 2.000 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Alimentador de linha de produção em Imbituba é bom?
Comparando com as outras profissões de Imbituba, Alimentador de linha de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.125 por mês contra R$ 2.150 da profissão típica de Imbituba.
Onde Alimentador de linha de produção ganha mais que em Imbituba?
Entre as 1750 cidades com dados para Alimentador de linha de produção, Imbituba aparece na 381ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Alimentador de linha de produção está contratando em Imbituba?
Em Imbituba entre julho de 2025 a junho de 2026, 533 pessoas foram contratadas como Alimentador de linha de produção e 470 saíram — a profissão contratou 63 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.