Quanto ganha um Apontador de produção em Maringá - PR
Em Maringá, um Apontador de produção é contratado ganhando cerca de R$ 2.400 por mês, segundo os 46 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.400
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.200 e R$ 3.000.
Com base em 46 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Apontador de produção em Maringá?
Em Maringá, o salário de contratação de Apontador de produção é de cerca de R$ 2.400 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.200 e R$ 3.000, com base em 46 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Apontador de produção em Maringá?
O piso mais comum na contratação de Apontador de produção em Maringá fica em torno de R$ 2.200 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Apontador de produção em Maringá é bom?
Comparando com as outras profissões de Maringá, Apontador de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.400 por mês contra R$ 2.300 da profissão típica de Maringá.
Onde Apontador de produção ganha mais que em Maringá?
Entre as 126 cidades com dados para Apontador de produção, Maringá aparece na 37ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Apontador de produção está contratando em Maringá?
Em Maringá entre julho de 2025 a junho de 2026, 178 pessoas foram contratadas como Apontador de produção e 181 saíram — a profissão perdeu 3 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.