Quanto ganha um Armazenista em Criciúma - SC
Em Criciúma, um Armazenista é contratado ganhando cerca de R$ 2.045 por mês, segundo os 31 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.240.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.045
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.045 e R$ 2.413.
Com base em 31 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Armazenista em Criciúma?
Em Criciúma, o salário de contratação de Armazenista é de cerca de R$ 2.045 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.045 e R$ 2.413, com base em 31 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Armazenista em Criciúma?
O piso mais comum na contratação de Armazenista em Criciúma fica em torno de R$ 2.045 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Armazenista em Criciúma é bom?
Comparando com as outras profissões de Criciúma, Armazenista paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.045 por mês contra R$ 2.240 da profissão típica de Criciúma.
Onde Armazenista ganha mais que em Criciúma?
Entre as 550 cidades com dados para Armazenista, Criciúma aparece na 214ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Armazenista está contratando em Criciúma?
Em Criciúma entre julho de 2025 a junho de 2026, 151 pessoas foram contratadas como Armazenista e 130 saíram — a profissão contratou 21 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.