Quanto ganha um Carpinteiro de obras em Inocência - MS
Em Inocência, um Carpinteiro de obras é contratado ganhando cerca de R$ 2.659 por mês, segundo os 68 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 14% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 3.100.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.659
por mês, na hora da contratação
Todas as 68 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 68 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Carpinteiro de obras em Inocência?
Em Inocência, o salário de contratação de Carpinteiro de obras é de cerca de R$ 2.659 por mês. Todas as 68 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Carpinteiro de obras em Inocência é bom?
Comparando com as outras profissões de Inocência, Carpinteiro de obras paga cerca de 14% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.659 por mês contra R$ 3.100 da profissão típica de Inocência.
Onde Carpinteiro de obras ganha mais que em Inocência?
Entre as 166 cidades com dados para Carpinteiro de obras, Inocência aparece na 81ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Carpinteiro de obras está contratando em Inocência?
Em Inocência entre julho de 2025 a junho de 2026, 385 pessoas foram contratadas como Carpinteiro de obras e 196 saíram — a profissão contratou 189 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 8 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.