Quanto ganha um Coletor de lixo domiciliar em Vinhedo - SP
Em Vinhedo, um Coletor de lixo domiciliar é contratado ganhando cerca de R$ 1.998 por mês, segundo os 58 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.272.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.998
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.957 e R$ 1.998.
Com base em 58 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Coletor de lixo domiciliar em Vinhedo?
Em Vinhedo, o salário de contratação de Coletor de lixo domiciliar é de cerca de R$ 1.998 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.957 e R$ 1.998, com base em 58 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Coletor de lixo domiciliar em Vinhedo?
O piso mais comum na contratação de Coletor de lixo domiciliar em Vinhedo fica em torno de R$ 1.957 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Coletor de lixo domiciliar em Vinhedo é bom?
Comparando com as outras profissões de Vinhedo, Coletor de lixo domiciliar paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.998 por mês contra R$ 2.272 da profissão típica de Vinhedo.
Onde Coletor de lixo domiciliar ganha mais que em Vinhedo?
Entre as 175 cidades com dados para Coletor de lixo domiciliar, Vinhedo aparece na 65ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Coletor de lixo domiciliar está contratando em Vinhedo?
Em Vinhedo entre julho de 2025 a junho de 2026, 223 pessoas foram contratadas como Coletor de lixo domiciliar e 282 saíram — a profissão perdeu 59 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.