Quanto ganha um Confeiteiro em Goiânia - GO
Em Goiânia, um Confeiteiro é contratado ganhando cerca de R$ 2.300 por mês, segundo os 54 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 13% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.027.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.300
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.930 e R$ 2.500.
Com base em 54 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Confeiteiro em Goiânia?
Em Goiânia, o salário de contratação de Confeiteiro é de cerca de R$ 2.300 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.930 e R$ 2.500, com base em 54 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Confeiteiro em Goiânia?
O piso mais comum na contratação de Confeiteiro em Goiânia fica em torno de R$ 1.930 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Confeiteiro em Goiânia é bom?
Comparando com as outras profissões de Goiânia, Confeiteiro paga cerca de 13% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.300 por mês contra R$ 2.027 da profissão típica de Goiânia.
Onde Confeiteiro ganha mais que em Goiânia?
Entre as 107 cidades com dados para Confeiteiro, Goiânia aparece na 29ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Confeiteiro está contratando em Goiânia?
Em Goiânia entre julho de 2025 a junho de 2026, 216 pessoas foram contratadas como Confeiteiro e 248 saíram — a profissão perdeu 32 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.