Quanto ganha um Confeiteiro em Santo André - SP
Em Santo André, um Confeiteiro é contratado ganhando cerca de R$ 2.500 por mês, segundo os 26 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 12% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.227.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.500
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.118 e R$ 2.915.
Com base em 26 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pouca gente contratada no período (26 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Confeiteiro em Santo André?
Em Santo André, o salário de contratação de Confeiteiro é de cerca de R$ 2.500 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.118 e R$ 2.915, com base em 26 pessoas contratadas. São poucas contratações no período, então o valor dá uma ideia geral da faixa, mas pode mudar bastante de um período para outro.
Qual o salário inicial de Confeiteiro em Santo André?
O piso mais comum na contratação de Confeiteiro em Santo André fica em torno de R$ 2.118 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Confeiteiro em Santo André é bom?
Comparando com as outras profissões de Santo André, Confeiteiro paga cerca de 12% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.500 por mês contra R$ 2.227 da profissão típica de Santo André.
Onde Confeiteiro ganha mais que em Santo André?
Entre as 107 cidades com dados para Confeiteiro, Santo André aparece na 8ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Confeiteiro está contratando em Santo André?
Em Santo André entre julho de 2025 a junho de 2026, 98 pessoas foram contratadas como Confeiteiro e 126 saíram — a profissão perdeu 28 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.