Salário de Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos
Quanto as empresas pagaram para contratar nesta profissão, cidade por cidade. Começa pelas que pagam mais.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
| Cidade | Salário | Contratados |
|---|---|---|
| São Paulo - SP | R$ 4.000 | 283 |
|
Brasília - DF
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar. |
R$ 1.700 | 30 |
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos?
O salário de contratação de Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em São Paulo (SP), com cerca de R$ 4.000 por mês.
Onde um Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, São Paulo - SP teve o maior salário de contratação para Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos: cerca de R$ 4.000 por mês, com base em 283 pessoas contratadas.
O salário de Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Corretor de valores, ativos financeiros, mercadorias e derivativos vai de cerca de R$ 1.700 em Brasília até R$ 4.000 em São Paulo.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.