Quanto ganha um Costureiro, a máquina na confecção em série em Heliodora - MG
Em Heliodora, um Costureiro, a máquina na confecção em série é contratado ganhando cerca de R$ 1.707 por mês, segundo os 42 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 5% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.621.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.707
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.707 e R$ 1.707.
Com base em 42 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Costureiro, a máquina na confecção em série em Heliodora?
Em Heliodora, o salário de contratação de Costureiro, a máquina na confecção em série é de cerca de R$ 1.707 por mês. Todas as 42 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Costureiro, a máquina na confecção em série em Heliodora é bom?
Comparando com as outras profissões de Heliodora, Costureiro, a máquina na confecção em série paga cerca de 5% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 1.707 por mês contra R$ 1.621 da profissão típica de Heliodora.
Onde Costureiro, a máquina na confecção em série ganha mais que em Heliodora?
Entre as 233 cidades com dados para Costureiro, a máquina na confecção em série, Heliodora aparece na 179ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Costureiro, a máquina na confecção em série está contratando em Heliodora?
Em Heliodora entre julho de 2025 a junho de 2026, 108 pessoas foram contratadas como Costureiro, a máquina na confecção em série e 110 saíram — a profissão perdeu 2 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.