Quanto ganha um Costureiro na confecção em série em Ibitinga - SP
Em Ibitinga, um Costureiro na confecção em série é contratado ganhando cerca de R$ 2.021 por mês, segundo os 47 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.021
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.020 e R$ 2.200.
Com base em 47 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Costureiro na confecção em série em Ibitinga?
Em Ibitinga, o salário de contratação de Costureiro na confecção em série é de cerca de R$ 2.021 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.020 e R$ 2.200, com base em 47 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Costureiro na confecção em série em Ibitinga?
O piso mais comum na contratação de Costureiro na confecção em série em Ibitinga fica em torno de R$ 2.020 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Costureiro na confecção em série em Ibitinga é bom?
Comparando com as outras profissões de Ibitinga, Costureiro na confecção em série paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.021 por mês contra R$ 2.103 da profissão típica de Ibitinga.
Onde Costureiro na confecção em série ganha mais que em Ibitinga?
Entre as 327 cidades com dados para Costureiro na confecção em série, Ibitinga aparece na 111ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Costureiro na confecção em série está contratando em Ibitinga?
Em Ibitinga entre julho de 2025 a junho de 2026, 336 pessoas foram contratadas como Costureiro na confecção em série e 362 saíram — a profissão perdeu 26 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.