Quanto ganha um Criador de peixes em Niquelândia - GO
Em Niquelândia, um Criador de peixes é contratado ganhando cerca de R$ 2.300 por mês, segundo os 13 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.514.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.300
por mês, na hora da contratação
Todas as 13 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 13 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Criador de peixes em Niquelândia?
Em Niquelândia, o salário de contratação de Criador de peixes é de cerca de R$ 2.300 por mês. Todas as 13 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Criador de peixes em Niquelândia é bom?
Comparando com as outras profissões de Niquelândia, Criador de peixes paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.300 por mês contra R$ 2.514 da profissão típica de Niquelândia.
Onde Criador de peixes ganha mais que em Niquelândia?
Entre as 11 cidades com dados para Criador de peixes, Niquelândia aparece na 2ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Criador de peixes está contratando em Niquelândia?
Em Niquelândia entre julho de 2025 a junho de 2026, 91 pessoas foram contratadas como Criador de peixes e 100 saíram — a profissão perdeu 9 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.