Quanto ganha um Cumim em Aracaju - SE

Aracaju - SE 52 contratações abril a junho de 2026

Em Aracaju, um Cumim é contratado ganhando cerca de R$ 1.650 por mês, segundo os 52 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 6% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.750.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.650

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.670.

R$ 1.621 R$ 1.670

Com base em 52 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Cumim em Aracaju?

Em Aracaju, o salário de contratação de Cumim é de cerca de R$ 1.650 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.670, com base em 52 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Cumim em Aracaju?

O piso mais comum na contratação de Cumim em Aracaju fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Cumim em Aracaju é bom?

Comparando com as outras profissões de Aracaju, Cumim paga cerca de 6% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.650 por mês contra R$ 1.750 da profissão típica de Aracaju.

Onde Cumim ganha mais que em Aracaju?

Entre as 107 cidades com dados para Cumim, Aracaju aparece na 97ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam menos nesta profissão.

Cumim está contratando em Aracaju?

Em Aracaju entre julho de 2025 a junho de 2026, 240 pessoas foram contratadas como Cumim e 173 saíram — a profissão contratou 67 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 10 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.