Quanto ganha um Cumim em Ipojuca - PE
Em Ipojuca, um Cumim é contratado ganhando cerca de R$ 1.855 por mês, segundo os 100 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.036.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.855
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.700 e R$ 1.855.
Com base em 100 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Cumim em Ipojuca?
Em Ipojuca, o salário de contratação de Cumim é de cerca de R$ 1.855 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.700 e R$ 1.855, com base em 100 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Cumim em Ipojuca?
O piso mais comum na contratação de Cumim em Ipojuca fica em torno de R$ 1.700 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Cumim em Ipojuca é bom?
Comparando com as outras profissões de Ipojuca, Cumim paga cerca de 9% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.855 por mês contra R$ 2.036 da profissão típica de Ipojuca.
Onde Cumim ganha mais que em Ipojuca?
Entre as 107 cidades com dados para Cumim, Ipojuca aparece na 38ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Cumim está contratando em Ipojuca?
Em Ipojuca entre julho de 2025 a junho de 2026, 581 pessoas foram contratadas como Cumim e 430 saíram — a profissão contratou 151 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.