Salário de Desenhista industrial de produto de moda

Quanto as empresas pagaram para contratar nesta profissão, cidade por cidade. Começa pelas que pagam mais.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Cidade Salário Contratados
Blumenau - SC R$ 5.000 10 pouco
Rio de Janeiro - RJ R$ 4.700 22 pouco
São Paulo - SP R$ 3.500 90
Belo Horizonte - MG R$ 2.539 14 pouco

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela cidade no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Nome oficial desta profissão nos registros do governo: Desenhista industrial de produto de moda (designer de moda) (código 262425).

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Desenhista industrial de produto de moda?

O salário de contratação de Desenhista industrial de produto de moda varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Blumenau (SC), com cerca de R$ 5.000 por mês.

Onde um Desenhista industrial de produto de moda ganha mais?

Entre as cidades acompanhadas, Blumenau - SC teve o maior salário de contratação para Desenhista industrial de produto de moda: cerca de R$ 5.000 por mês, com base em 10 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.

O salário de Desenhista industrial de produto de moda muda de cidade para cidade?

Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Desenhista industrial de produto de moda vai de cerca de R$ 2.539 em Belo Horizonte até R$ 5.000 em Blumenau.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.