Quanto ganha um Destilador de produtos químicos
O salário de contratação varia por cidade: entre as 2 cidades com dado, o valor mais alto foi em Mirassol d'Oeste, com R$ 1.850 por mês, e o mais baixo em Lambari D'Oeste, com R$ 1.694.
- Salário típico
- R$ 1.772
- na cidade do meio
- Onde paga mais
- R$ 1.850
- Mirassol d'Oeste
- Onde paga menos
- R$ 1.694
- Lambari D'Oeste
- Cidades com dado
- 2
- Contratações
- 27
- somando as cidades
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Salário em cada cidade
Começa pelas que pagam mais.
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela cidade no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Nome oficial desta profissão nos registros do governo: Destilador de produtos químicos (exceto petróleo) (código 811410).
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Destilador de produtos químicos?
O salário de contratação de Destilador de produtos químicos varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Mirassol d'Oeste (MT), com cerca de R$ 1.850 por mês.
Onde um Destilador de produtos químicos ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Mirassol d'Oeste - MT teve o maior salário de contratação para Destilador de produtos químicos: cerca de R$ 1.850 por mês, com base em 16 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.
O salário de Destilador de produtos químicos muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Destilador de produtos químicos vai de cerca de R$ 1.694 em Lambari D'Oeste até R$ 1.850 em Mirassol d'Oeste.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.