Quanto ganha um Empregado doméstico faxineiro em Sumaré - SP

Sumaré - SP 11 contratações abril a junho de 2026 amostra pequena

Em Sumaré, um Empregado doméstico faxineiro é contratado ganhando cerca de R$ 2.057 por mês, segundo os 11 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 10% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.284.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.057

por mês, na hora da contratação

Todas as 11 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.

Com base em 11 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Empregado doméstico faxineiro em Sumaré?

Em Sumaré, o salário de contratação de Empregado doméstico faxineiro é de cerca de R$ 2.057 por mês. Todas as 11 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.

O salário de Empregado doméstico faxineiro em Sumaré é bom?

Comparando com as outras profissões de Sumaré, Empregado doméstico faxineiro paga cerca de 10% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.057 por mês contra R$ 2.284 da profissão típica de Sumaré.

Onde Empregado doméstico faxineiro ganha mais que em Sumaré?

Entre as 6 cidades com dados para Empregado doméstico faxineiro, Sumaré aparece na 2ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.