Salário de Especialista em pesquisa operacional
Quanto as empresas pagaram para contratar nesta profissão, cidade por cidade. Começa pelas que pagam mais.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
| Cidade | Salário | Contratados |
|---|---|---|
|
Rio de Janeiro - RJ
Pouca gente contratada no período (10 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. |
R$ 5.143 | 10 |
| São Paulo - SP | R$ 3.600 | 44 |
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Curitiba - PR
Pouca gente contratada no período (11 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. |
R$ 3.306 | 11 |
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Especialista em pesquisa operacional?
O salário de contratação de Especialista em pesquisa operacional varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Rio de Janeiro (RJ), com cerca de R$ 5.143 por mês.
Onde um Especialista em pesquisa operacional ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Rio de Janeiro - RJ teve o maior salário de contratação para Especialista em pesquisa operacional: cerca de R$ 5.143 por mês, com base em 10 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.
O salário de Especialista em pesquisa operacional muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Especialista em pesquisa operacional vai de cerca de R$ 3.306 em Curitiba até R$ 5.143 em Rio de Janeiro.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.