Quanto ganha um Expedidor de mercadorias em Bento Gonçalves - RS
Em Bento Gonçalves, um Expedidor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 2.400 por mês, segundo os 36 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.400
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.221 e R$ 2.727.
Com base em 36 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Expedidor de mercadorias em Bento Gonçalves?
Em Bento Gonçalves, o salário de contratação de Expedidor de mercadorias é de cerca de R$ 2.400 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.221 e R$ 2.727, com base em 36 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Expedidor de mercadorias em Bento Gonçalves?
O piso mais comum na contratação de Expedidor de mercadorias em Bento Gonçalves fica em torno de R$ 2.221 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Expedidor de mercadorias em Bento Gonçalves é bom?
Comparando com as outras profissões de Bento Gonçalves, Expedidor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.400 por mês contra R$ 2.394 da profissão típica de Bento Gonçalves.
Onde Expedidor de mercadorias ganha mais que em Bento Gonçalves?
Entre as 326 cidades com dados para Expedidor de mercadorias, Bento Gonçalves aparece na 24ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Expedidor de mercadorias está contratando em Bento Gonçalves?
Em Bento Gonçalves entre julho de 2025 a junho de 2026, 114 pessoas foram contratadas como Expedidor de mercadorias e 117 saíram — a profissão perdeu 3 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.