Quanto ganha um Guia florestal
O salário de contratação varia por cidade: entre as 1 cidades com dado, o valor mais alto foi em Belo Horizonte, com R$ 2.085 por mês.
- Salário típico
- R$ 2.085
- na cidade do meio
- Onde paga mais
- R$ 2.085
- Belo Horizonte
- Onde paga menos
- R$ 2.085
- Belo Horizonte
- Cidades com dado
- 1
- Contratações
- 40
- somando as cidades
- Está contratando?
- −6
- encolheu em todas as 1 cidades
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Esta profissão está contratando?
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram no país entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratadas
154
Saíram
160
Diferença
−6
mais saídas que entradas
A profissão encolheu em 1 das 1 cidades onde aparece — é isso que separa uma tendência de uma empresa contratando em lote.
Contratar muito não quer dizer vaga nova: parte das contratações repõe quem saiu. Veja as profissões em alta e em queda para comparar com o resto do mercado.
Salário em cada cidade
Começa pelas que pagam mais.
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Guia florestal?
O salário de contratação de Guia florestal varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Belo Horizonte (MG), com cerca de R$ 2.085 por mês.
Onde um Guia florestal ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Belo Horizonte - MG teve o maior salário de contratação para Guia florestal: cerca de R$ 2.085 por mês, com base em 40 pessoas contratadas.
Guia florestal está em alta no mercado?
No Brasil entre julho de 2025 a junho de 2026, 154 pessoas foram contratadas como Guia florestal e 160 saíram — saldo de −6 vínculos. A profissão encolheu em 1 das 1 cidades onde aparece.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.