Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Arujá - SP
Em Arujá, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 2.124 por mês, segundo os 48 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.124
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.744 e R$ 2.138.
Com base em 48 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Arujá?
Em Arujá, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 2.124 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.744 e R$ 2.138, com base em 48 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Arujá?
O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Arujá fica em torno de R$ 1.744 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Repositor de mercadorias em Arujá é bom?
Comparando com as outras profissões de Arujá, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.124 por mês contra R$ 2.185 da profissão típica de Arujá.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Arujá?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Arujá aparece na 119ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Repositor de mercadorias está contratando em Arujá?
Em Arujá entre julho de 2025 a junho de 2026, 229 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 213 saíram — a profissão contratou 16 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.