Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Corumbá - MS

Corumbá - MS 65 contratações abril a junho de 2026

Em Corumbá, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 1.806 por mês, segundo os 65 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.806

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.806 e R$ 1.809.

R$ 1.806 R$ 1.809

Com base em 65 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Corumbá?

Em Corumbá, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 1.806 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.806 e R$ 1.809, com base em 65 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Corumbá?

O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Corumbá fica em torno de R$ 1.806 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Repositor de mercadorias em Corumbá é bom?

Comparando com as outras profissões de Corumbá, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.806 por mês contra R$ 1.806 da profissão típica de Corumbá.

Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Corumbá?

Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Corumbá aparece na 634ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Repositor de mercadorias está contratando em Corumbá?

Em Corumbá entre julho de 2025 a junho de 2026, 334 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 285 saíram — a profissão contratou 49 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.