Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Cubatão - SP
Em Cubatão, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 2.241 por mês, segundo os 39 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.401.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.241
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.227 e R$ 2.250.
Com base em 39 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Cubatão?
Em Cubatão, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 2.241 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.227 e R$ 2.250, com base em 39 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Cubatão?
O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Cubatão fica em torno de R$ 2.227 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Repositor de mercadorias em Cubatão é bom?
Comparando com as outras profissões de Cubatão, Repositor de mercadorias paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.241 por mês contra R$ 2.401 da profissão típica de Cubatão.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Cubatão?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Cubatão aparece na 23ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Repositor de mercadorias está contratando em Cubatão?
Em Cubatão entre julho de 2025 a junho de 2026, 193 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 191 saíram — a profissão contratou 2 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.