Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Olinda - PE

Olinda - PE 87 contratações abril a junho de 2026

Em Olinda, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 1.733 por mês, segundo os 87 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.733

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.651 e R$ 1.733.

R$ 1.651 R$ 1.733

Com base em 87 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Olinda?

Em Olinda, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 1.733 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.651 e R$ 1.733, com base em 87 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Olinda?

O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Olinda fica em torno de R$ 1.651 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Repositor de mercadorias em Olinda é bom?

Comparando com as outras profissões de Olinda, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.733 por mês contra R$ 1.743 da profissão típica de Olinda.

Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Olinda?

Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Olinda aparece na 841ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Repositor de mercadorias está contratando em Olinda?

Em Olinda entre julho de 2025 a junho de 2026, 398 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 399 saíram — a profissão perdeu 1 pessoa a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.