Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Ponta Porã - MS
Em Ponta Porã, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 1.820 por mês, segundo os 46 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.820
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.820 e R$ 1.820.
Com base em 46 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Ponta Porã?
Em Ponta Porã, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 1.820 por mês. Todas as 46 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Repositor de mercadorias em Ponta Porã é bom?
Comparando com as outras profissões de Ponta Porã, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.820 por mês contra R$ 1.823 da profissão típica de Ponta Porã.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Ponta Porã?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Ponta Porã aparece na 619ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Repositor de mercadorias está contratando em Ponta Porã?
Em Ponta Porã entre julho de 2025 a junho de 2026, 191 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 174 saíram — a profissão contratou 17 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.