Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Santiago - RS
Em Santiago, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 1.872 por mês, segundo os 27 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.872
por mês, na hora da contratação
Todas as 27 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 27 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Santiago?
Em Santiago, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 1.872 por mês. Todas as 27 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Repositor de mercadorias em Santiago é bom?
Comparando com as outras profissões de Santiago, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.872 por mês contra R$ 1.872 da profissão típica de Santiago.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Santiago?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Santiago aparece na 532ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Repositor de mercadorias está contratando em Santiago?
Em Santiago entre julho de 2025 a junho de 2026, 140 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 109 saíram — a profissão contratou 31 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.