Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Suzano - SP
Em Suzano, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 2.113 por mês, segundo os 155 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.113
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.847 e R$ 2.113.
Com base em 155 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Suzano?
Em Suzano, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 2.113 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.847 e R$ 2.113, com base em 155 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Suzano?
O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Suzano fica em torno de R$ 1.847 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Repositor de mercadorias em Suzano é bom?
Comparando com as outras profissões de Suzano, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.113 por mês contra R$ 2.129 da profissão típica de Suzano.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Suzano?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Suzano aparece na 163ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Repositor de mercadorias está contratando em Suzano?
Em Suzano entre julho de 2025 a junho de 2026, 797 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 804 saíram — a profissão perdeu 7 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.