Quanto ganha um Servente de obras em Catu - BA
Em Catu, um Servente de obras é contratado ganhando cerca de R$ 1.700 por mês, segundo os 18 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.700
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.650 e R$ 1.726.
Com base em 18 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pouca gente contratada no período (18 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Servente de obras em Catu?
Em Catu, o salário de contratação de Servente de obras é de cerca de R$ 1.700 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.650 e R$ 1.726, com base em 18 pessoas contratadas. São poucas contratações no período, então o valor dá uma ideia geral da faixa, mas pode mudar bastante de um período para outro.
Qual o salário inicial de Servente de obras em Catu?
O piso mais comum na contratação de Servente de obras em Catu fica em torno de R$ 1.650 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Servente de obras em Catu é bom?
Comparando com as outras profissões de Catu, Servente de obras paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.700 por mês contra R$ 1.714 da profissão típica de Catu.
Onde Servente de obras ganha mais que em Catu?
Entre as 1431 cidades com dados para Servente de obras, Catu aparece na 868ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Servente de obras está contratando em Catu?
Em Catu entre julho de 2025 a junho de 2026, 99 pessoas foram contratadas como Servente de obras e 237 saíram — a profissão perdeu 138 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 3 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.