Quanto ganha um Servente de obras em Ibiúna - SP
Em Ibiúna, um Servente de obras é contratado ganhando cerca de R$ 2.190 por mês, segundo os 34 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 7% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.043.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.190
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.190 e R$ 2.200.
Com base em 34 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Servente de obras em Ibiúna?
Em Ibiúna, o salário de contratação de Servente de obras é de cerca de R$ 2.190 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.190 e R$ 2.200, com base em 34 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Servente de obras em Ibiúna?
O piso mais comum na contratação de Servente de obras em Ibiúna fica em torno de R$ 2.190 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Servente de obras em Ibiúna é bom?
Comparando com as outras profissões de Ibiúna, Servente de obras paga cerca de 7% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.190 por mês contra R$ 2.043 da profissão típica de Ibiúna.
Onde Servente de obras ganha mais que em Ibiúna?
Entre as 1431 cidades com dados para Servente de obras, Ibiúna aparece na 138ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Servente de obras está contratando em Ibiúna?
Em Ibiúna entre julho de 2025 a junho de 2026, 232 pessoas foram contratadas como Servente de obras e 122 saíram — a profissão contratou 110 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 9 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.