Quanto ganha um Servente de obras em Juína - MT
Em Juína, um Servente de obras é contratado ganhando cerca de R$ 1.779 por mês, segundo os 18 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.779
por mês, na hora da contratação
Todas as 18 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 18 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Servente de obras em Juína?
Em Juína, o salário de contratação de Servente de obras é de cerca de R$ 1.779 por mês. Todas as 18 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Servente de obras em Juína é bom?
Comparando com as outras profissões de Juína, Servente de obras paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.779 por mês contra R$ 1.750 da profissão típica de Juína.
Onde Servente de obras ganha mais que em Juína?
Entre as 1431 cidades com dados para Servente de obras, Juína aparece na 647ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Servente de obras está contratando em Juína?
Em Juína entre julho de 2025 a junho de 2026, 83 pessoas foram contratadas como Servente de obras e 71 saíram — a profissão contratou 12 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.