Quanto ganha um Servente de obras em São Borja - RS

São Borja - RS 69 contratações abril a junho de 2026

Em São Borja, um Servente de obras é contratado ganhando cerca de R$ 2.350 por mês, segundo os 69 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 22% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.928.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.350

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.841 e R$ 2.350.

R$ 1.841 R$ 2.350

Com base em 69 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Servente de obras em São Borja?

Em São Borja, o salário de contratação de Servente de obras é de cerca de R$ 2.350 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.841 e R$ 2.350, com base em 69 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Servente de obras em São Borja?

O piso mais comum na contratação de Servente de obras em São Borja fica em torno de R$ 1.841 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Servente de obras em São Borja é bom?

Comparando com as outras profissões de São Borja, Servente de obras paga cerca de 22% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.350 por mês contra R$ 1.928 da profissão típica de São Borja.

Onde Servente de obras ganha mais que em São Borja?

Entre as 1431 cidades com dados para Servente de obras, São Borja aparece na 28ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.

Servente de obras está contratando em São Borja?

Em São Borja entre julho de 2025 a junho de 2026, 214 pessoas foram contratadas como Servente de obras e 157 saíram — a profissão contratou 57 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 9 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.