Quanto ganha um Servente de obras em Soledade - RS
Em Soledade, um Servente de obras é contratado ganhando cerca de R$ 1.870 por mês, segundo os 71 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.870
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.836 e R$ 1.870.
Com base em 71 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Servente de obras em Soledade?
Em Soledade, o salário de contratação de Servente de obras é de cerca de R$ 1.870 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.836 e R$ 1.870, com base em 71 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Servente de obras em Soledade?
O piso mais comum na contratação de Servente de obras em Soledade fica em torno de R$ 1.836 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Servente de obras em Soledade é bom?
Comparando com as outras profissões de Soledade, Servente de obras paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.870 por mês contra R$ 1.947 da profissão típica de Soledade.
Onde Servente de obras ganha mais que em Soledade?
Entre as 1431 cidades com dados para Servente de obras, Soledade aparece na 478ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Servente de obras está contratando em Soledade?
Em Soledade entre julho de 2025 a junho de 2026, 239 pessoas foram contratadas como Servente de obras e 260 saíram — a profissão perdeu 21 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.