Quanto ganha um Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento
O salário de contratação varia por cidade: entre as 15 cidades com dado, o valor mais alto foi em Campinas, com R$ 6.500 por mês, e o mais baixo em Goiânia, com R$ 2.035.
- Salário típico
- R$ 3.949
- na cidade do meio
- Onde paga mais
- R$ 6.500
- Campinas
- Onde paga menos
- R$ 2.035
- Goiânia
- Cidades com dado
- 15
- Contratações
- 370
- somando as cidades
- Vagas criadas
- +602
- cresceu em 34 das 53 cidades
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Esta profissão está contratando?
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram no país entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratadas
3.717
Saíram
3.115
Diferença
+602
mais entradas que saídas
A profissão cresceu em 34 das 53 cidades onde aparece — é isso que separa uma tendência de uma empresa contratando em lote.
Esta profissão aparece em 53 cidades na conta de contratações e em 15 na tabela de salário: contar entradas e saídas exige menos dado do que calcular um salário típico, que só publicamos onde houve contratação suficiente para descrever a faixa.
Contratar muito não quer dizer vaga nova: parte das contratações repõe quem saiu. Veja as profissões em alta e em queda para comparar com o resto do mercado.
Salário em cada cidade
Começa pelas que pagam mais.
- Campinas - SPR$ 6.500
- Jundiaí - SPR$ 6.000
- Indaiatuba - SPR$ 5.700
- Curitiba - PRR$ 5.613
- Manaus - AMR$ 5.060
- São Paulo - SPR$ 4.671
- Nova Lima - MGR$ 4.000
- São Sebastião do Paraíso - MGR$ 3.949Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Belo Horizonte - MGR$ 3.500
- Coimbra - MGR$ 3.500
- Fortaleza - CER$ 3.242
- Rio de Janeiro - RJR$ 3.000
- Recife - PER$ 2.715
- Votuporanga - SPR$ 2.355Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Goiânia - GOR$ 2.035
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela cidade no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Nome oficial desta profissão nos registros do governo: Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) (código 395105).
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento?
O salário de contratação de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Campinas (SP), com cerca de R$ 6.500 por mês.
Onde um Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Campinas - SP teve o maior salário de contratação para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento: cerca de R$ 6.500 por mês, com base em 12 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.
O salário de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento vai de cerca de R$ 2.035 em Goiânia até R$ 6.500 em Campinas.
Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento está em alta no mercado?
No Brasil entre julho de 2025 a junho de 2026, 3.717 pessoas foram contratadas como Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e 3.115 saíram — saldo de +602 vínculos. A profissão cresceu em 34 das 53 cidades onde aparece.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.