Quanto ganha um Técnico em borracha em Sumaré - SP
Em Sumaré, um Técnico em borracha é contratado ganhando cerca de R$ 2.444 por mês, segundo os 12 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 7% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.284.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.444
por mês, na hora da contratação
Todas as 12 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 12 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Técnico em borracha em Sumaré?
Em Sumaré, o salário de contratação de Técnico em borracha é de cerca de R$ 2.444 por mês. Todas as 12 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Técnico em borracha em Sumaré é bom?
Comparando com as outras profissões de Sumaré, Técnico em borracha paga cerca de 7% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.444 por mês contra R$ 2.284 da profissão típica de Sumaré.
Técnico em borracha está contratando em Sumaré?
Em Sumaré entre julho de 2025 a junho de 2026, 37 pessoas foram contratadas como Técnico em borracha e 33 saíram — a profissão contratou 4 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.