Quanto ganha um Técnico químico em Suzano - SP
Em Suzano, um Técnico químico é contratado ganhando cerca de R$ 3.800 por mês, segundo os 33 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 79% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.129.
Horário normal (44h por semana)
R$ 3.800
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 3.213 e R$ 4.516.
Com base em 33 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Técnico químico em Suzano?
Em Suzano, o salário de contratação de Técnico químico é de cerca de R$ 3.800 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 3.213 e R$ 4.516, com base em 33 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Técnico químico em Suzano?
O piso mais comum na contratação de Técnico químico em Suzano fica em torno de R$ 3.213 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Técnico químico em Suzano é bom?
Comparando com as outras profissões de Suzano, Técnico químico paga cerca de 79% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 3.800 por mês contra R$ 2.129 da profissão típica de Suzano.
Onde Técnico químico ganha mais que em Suzano?
Entre as 35 cidades com dados para Técnico químico, Suzano aparece na 3ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Técnico químico está contratando em Suzano?
Em Suzano entre julho de 2025 a junho de 2026, 89 pessoas foram contratadas como Técnico químico e 90 saíram — a profissão perdeu 1 pessoa a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.