Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Aracaju - SE

Aracaju - SE 39 contratações abril a junho de 2026

Em Aracaju, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.635 por mês, segundo os 39 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.750.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.635

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.635.

R$ 1.621 R$ 1.635

Com base em 39 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Aracaju?

Em Aracaju, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.635 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.635, com base em 39 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Vendedor em domicílio em Aracaju?

O piso mais comum na contratação de Vendedor em domicílio em Aracaju fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Vendedor em domicílio em Aracaju é bom?

Comparando com as outras profissões de Aracaju, Vendedor em domicílio paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.635 por mês contra R$ 1.750 da profissão típica de Aracaju.

Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Aracaju?

Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Aracaju aparece na 104ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.

Vendedor em domicílio está contratando em Aracaju?

Em Aracaju entre julho de 2025 a junho de 2026, 276 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 258 saíram — a profissão contratou 18 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.