Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Ipatinga - MG

Ipatinga - MG 58 contratações abril a junho de 2026

Em Ipatinga, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.831 por mês, segundo os 58 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.831

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.831.

R$ 1.621 R$ 1.831

Com base em 58 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Ipatinga?

Em Ipatinga, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.831 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.831, com base em 58 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Vendedor em domicílio em Ipatinga?

O piso mais comum na contratação de Vendedor em domicílio em Ipatinga fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Vendedor em domicílio em Ipatinga é bom?

Comparando com as outras profissões de Ipatinga, Vendedor em domicílio paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.831 por mês contra R$ 1.863 da profissão típica de Ipatinga.

Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Ipatinga?

Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Ipatinga aparece na 62ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Vendedor em domicílio está contratando em Ipatinga?

Em Ipatinga entre julho de 2025 a junho de 2026, 207 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 199 saíram — a profissão contratou 8 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.