Quanto ganha um Vendedor em domicílio em João Pessoa - PB

João Pessoa - PB 63 contratações abril a junho de 2026

Em João Pessoa, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.688 por mês, segundo os 63 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.688

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.700.

R$ 1.621 R$ 1.700

Com base em 63 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Vendedor em domicílio em João Pessoa?

Em João Pessoa, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.688 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.700, com base em 63 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Vendedor em domicílio em João Pessoa?

O piso mais comum na contratação de Vendedor em domicílio em João Pessoa fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Vendedor em domicílio em João Pessoa é bom?

Comparando com as outras profissões de João Pessoa, Vendedor em domicílio paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.688 por mês contra R$ 1.700 da profissão típica de João Pessoa.

Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em João Pessoa?

Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, João Pessoa aparece na 91ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Vendedor em domicílio está contratando em João Pessoa?

Em João Pessoa entre julho de 2025 a junho de 2026, 355 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 375 saíram — a profissão perdeu 20 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 6 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.