Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Paulista - PE
Em Paulista, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.740 por mês, segundo os 38 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.740
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.632 e R$ 1.750.
Com base em 38 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Paulista?
Em Paulista, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.740 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.632 e R$ 1.750, com base em 38 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Vendedor em domicílio em Paulista?
O piso mais comum na contratação de Vendedor em domicílio em Paulista fica em torno de R$ 1.632 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Vendedor em domicílio em Paulista é bom?
Comparando com as outras profissões de Paulista, Vendedor em domicílio paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.740 por mês contra R$ 1.737 da profissão típica de Paulista.
Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Paulista?
Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Paulista aparece na 77ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Vendedor em domicílio está contratando em Paulista?
Em Paulista entre julho de 2025 a junho de 2026, 145 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 98 saíram — a profissão contratou 47 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 9 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.