Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Santarém - PA
Em Santarém, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.621 por mês, segundo os 63 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.736.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.621
por mês, na hora da contratação
Todas as 63 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 63 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Santarém?
Em Santarém, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.621 por mês. Todas as 63 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Vendedor em domicílio em Santarém é bom?
Comparando com as outras profissões de Santarém, Vendedor em domicílio paga cerca de 7% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.621 por mês contra R$ 1.736 da profissão típica de Santarém.
Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Santarém?
Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Santarém aparece na 111ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Vendedor em domicílio está contratando em Santarém?
Em Santarém entre julho de 2025 a junho de 2026, 185 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 158 saíram — a profissão contratou 27 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.