Isenção do Enem 2026 liberada HOJE: veja se você tem direito antes que acabe
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- 13/04/2026
A carteira de identidade, agora unificada como Carteira de Identidade Nacional (CIN), alcançou 50 milhões de emissões até 2026, consolidando a adoção desse novo padrão. Quem depende de aposentadoria, Bolsa Família ou benefícios sociais, e quem precisa acessar serviços governamentais, deve prestar atenção aos prazos e às etapas para trocar o antigo RG pelo novo documento.
A novidade fortalece a identificação cidadã, facilita a comprovação em cadastros do governo e traz benefícios práticos na vida diária. Confira a seguir os prazos e passos para fazer a troca do seu RG sem complicações.
Continua apos o anúncioA CIN substitui o antigo RG (Registro Geral) e unifica o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) como número único válido em todo o Brasil. O novo modelo dificulta fraudes, amplia a segurança, serve como identificação nacional e será base para futuros registros biométricos.
O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos coordena o projeto, que já incorporou novas funcionalidades, como QR Code para verificação instantânea, impressão digital e campo voluntário para doação de órgãos. A CIN apresenta um código MRZ (Machine Readable Zone), que permite sua utilização como documento em viagens nos países do Mercosul.
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O foco inicial inclui aposentados, pensionistas, beneficiários do Bolsa Família, BPC (Benefício de Prestação Continuada), Gás do Povo e similares, que devem providenciar a CIN até 2027. Para esse público, o uso será obrigatório a partir de 2028 e o documento servirá para centralizar o cadastro biométrico nacional.
Continua apos o anúncioQuem possui biometria na Justiça Eleitoral, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) ou passaporte pode continuar usando o cadastro antigo até 2028. Novos beneficiários ou quem não tem biometria cadastrada devem emitir a CIN a partir de janeiro de 2027. Os demais cidadãos têm prazo até 2032 para trocar o RG.
A CIN integra múltiplos usos em um único documento, elimina duplicidade de registros, facilita a conferência eletrônica de autenticidade e simplifica o acesso a programas do governo. Com o QR Code, é possível verificar se o documento foi furtado ou extraviado, aumentando a proteção contra crimes de identidade.
Continua apos o anúncioA funcionalidade digital permite guardar a CIN no celular, tornando o trânsito mais prático tanto para serviços públicos quanto para viagens dentro do Mercosul.
Caso tenha dúvidas ou encontre dificuldades, procure o posto de identificação ou atendimento do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) ou da sua Secretaria de Segurança Pública.
Continua apos o anúncioNão há cobrança pela emissão da 1ª via. Para outros casos, consulte as regras específicas no site do seu estado ou do Gov.br.
A partir do recebimento da versão impressa, basta fazer login no aplicativo Gov.br, selecionar “Carteira de documentos”, clicar em “+”, optar por “Carteira de Identidade” e adicionar o documento. Assim, você pode acessar a identidade pelo celular sempre que precisar.
Essa versão digital, acessível pelo portal Gov.br e aplicativo oficial, contribui para elevar o nível da sua conta para ouro, ampliando a segurança em transações e acessos digitais.
Regras podem ser alteradas conforme portarias e cronogramas publicados pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos e pelos institutos estaduais de identificação. Consulte o calendário oficial do seu estado para detalhes atualizados.
Se o agendamento não estiver disponível ou houver inconsistências em dados, recomenda-se procurar diretamente o instituto de identificação estadual. Eventuais negativas, documentação rejeitada ou divergências cadastrais devem ser verificadas junto ao órgão emissor ou pelo atendimento Gov.br.
Em caso de recusa não solucionada, leve a documentação a um posto presencial ou busque orientação em órgãos como o CRAS, sempre consultando canais oficiais para evitar golpes.
Para ficar por dentro de todas as novidades sobre a nova identidade, acompanhe diariamente o portal Assistencialismo Notícias. Confira também o vídeo abaixo para mais detalhes sobre o documento:
Fonte: www.assistencialismo.com.br
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