Chefe de cozinha
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 72 atribuições para chefe de cozinha, em 7 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.526
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 49
- 1.758 contratações
- Está contratando?
- −2.775
- encolheu em 75 das 90 cidades
- Atribuições
- 72
- em 7 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
1.758 contratações em 49 cidades
R$ 2.526
de R$ 2.000 a R$ 4.000
Meio período
76 contratações em 4 cidades
R$ 2.615
de R$ 1.530 a R$ 3.372
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um chefe de cozinha
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Criar pratos
8- Criar receitas
- Elaborar ficha técnica de receitas
- Testar receitas
- Adaptar receitas
Elaborar cardápio
7- Analisar conceito do empreendimento gastronômico
- Identificar público-alvo
- Identificar disponibilidade/sazonalidade da matéria prima
- Identificar tendências
Gerenciar brigada de cozinha
11- Definir perfil de pessoal
- Participar da seleção de pessoal
- Dimencionar equipe de trabalho
- Planejar escala de folga
Preparar alimentos
4- Organizar pedidos
- Controlar preparação dos alimentos
- Controlar marcha e saída (pedidos)
- Checar processos de preparo e finalização
Capacitar funcionários
10- Detectar necessidade de capacitação
- Avaliar desempenho da equipe
- Propor capacitação
- Capacitar pessoal
Gerenciar estoques
11- Visitar fornecedores
- Pesquisar preços
- Elaborar lista de matéria prima
- Comprar matéria prima
Planejar rotinas de trabalho
9- Sugerir compra de materiais
- Requisitar equipamentos e utensílios
- Verificar manutenção das instalações, equipamentos e utensílios
- Controlar observância de normas técnicas de higiene e segurança
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Demonstrar senso de organização
- Demonstrar liderança
- Delegar tarefas
- Trabalhar em equipe
- Demonstrar criatividade
- Controlar situações adversas
- Demonstrar capacidade de improvisação
- Demonstrar auto-controle
- Multiplicar talentos
- Demonstrar senso estético
- Discriminar odores
- Demonstrar paladar apurado
Esta profissão está contratando?
Foram 8.811 contratações e 11.586 saídas — um saldo de −2.775 pessoas. A profissão encolheu em 75 das 90 cidades com dado.
Saldo não é o mesmo que vaga aberta. Uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — aí o que o número mostra é rotatividade, não crescimento. E só entra na conta o emprego com carteira assinada. Dados de abril a junho de 2026.
Perguntas frequentes
O que faz um chefe de cozinha?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um chefe de cozinha tem 72 atribuições descritas, distribuídas em 7 áreas de atuação. Em criar pratos, por exemplo: criar receitas; elaborar ficha técnica de receitas; testar receitas; adaptar receitas.
Quanto ganha um chefe de cozinha?
A mediana do salário de contratação de chefe de cozinha é R$ 2.526 na cidade do meio, considerando 1.758 contratações em 49 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de chefe de cozinha está contratando?
A profissão está encolhendo: houve 2.775 saídas a mais do que contratações, e ela caiu em 75 das 90 cidades com dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 271105.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.