Quanto ganha um Chefe de cozinha
O salário de contratação varia por cidade: entre as 49 cidades com dado, o valor mais alto foi em Contagem, com R$ 4.000 por mês, e o mais baixo em Belém, com R$ 2.000.
- Salário típico
- R$ 2.526
- na cidade do meio
- Onde paga mais
- R$ 4.000
- Contagem
- Onde paga menos
- R$ 2.000
- Belém
- Cidades com dado
- 49
- Contratações
- 1.758
- somando as cidades
- Está contratando?
- −2.775
- encolheu em 75 das 90 cidades
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Esta profissão está contratando?
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram no país entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratadas
8.811
Saíram
11.586
Diferença
−2.775
mais saídas que entradas
A profissão encolheu em 75 das 90 cidades onde aparece — é isso que separa uma tendência de uma empresa contratando em lote.
Esta profissão aparece em 90 cidades na conta de contratações e em 49 na tabela de salário: contar entradas e saídas exige menos dado do que calcular um salário típico, que só publicamos onde houve contratação suficiente para descrever a faixa.
Contratar muito não quer dizer vaga nova: parte das contratações repõe quem saiu. Veja as profissões em alta e em queda para comparar com o resto do mercado.
Salário em cada cidade
Começa pelas que pagam mais.
- Contagem - MGR$ 4.000
- Foz do Iguaçu - PRR$ 3.571
- Guarulhos - SPR$ 3.500
- Campos do Jordão - SPR$ 3.500
- Campinas - SPR$ 3.500
- São Paulo - SPR$ 3.300
- Joinville - SCR$ 3.250
- São Luís - MAR$ 3.210
- Vitória - ESR$ 3.200
- Jundiaí - SPR$ 3.200
- Barueri - SPR$ 3.200
- Santos - SPR$ 3.100
- Gramado - RSR$ 3.000
- Ipojuca - PER$ 3.000
- Santo André - SPR$ 3.000
- Porto Seguro - BAR$ 3.000
- Maringá - PRR$ 2.900
- Florianópolis - SCR$ 2.857
- Belo Horizonte - MGR$ 2.836
- Curitiba - PRR$ 2.800
- Rio de Janeiro - RJR$ 2.663
- São José dos Campos - SPR$ 2.600
- Aracaju - SER$ 2.564
- Recife - PER$ 2.527
- Cotia - SPR$ 2.526
- São José do Rio Preto - SPR$ 2.501
- Fortaleza - CER$ 2.500
- Duque de Caxias - RJR$ 2.500
- Salvador - BAR$ 2.500
- Brasília - DFR$ 2.500
- Osasco - SPR$ 2.500
- João Pessoa - PBR$ 2.500
- Balneário Camboriú - SCR$ 2.500
- Campo Grande - MSR$ 2.500
- Porto Alegre - RSR$ 2.500
- Ribeirão Preto - SPR$ 2.500
- Londrina - PRR$ 2.500
- Goiânia - GOR$ 2.500
- Sorocaba - SPR$ 2.446
- Niterói - RJR$ 2.427
- São Bernardo do Campo - SPR$ 2.400
- Macaé - RJR$ 2.379
- Teresina - PIR$ 2.349
- Uberlândia - MGR$ 2.300
- Natal - RNR$ 2.300
- Cuiabá - MTR$ 2.200
- Maceió - ALR$ 2.100
- Manaus - AMR$ 2.000
- Belém - PAR$ 2.000
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela cidade no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Chefe de cozinha?
O salário de contratação de Chefe de cozinha varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Contagem (MG), com cerca de R$ 4.000 por mês.
Onde um Chefe de cozinha ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Contagem - MG teve o maior salário de contratação para Chefe de cozinha: cerca de R$ 4.000 por mês, com base em 10 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.
O salário de Chefe de cozinha muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Chefe de cozinha vai de cerca de R$ 2.000 em Belém até R$ 4.000 em Contagem.
Chefe de cozinha está em alta no mercado?
No Brasil entre julho de 2025 a junho de 2026, 8.811 pessoas foram contratadas como Chefe de cozinha e 11.586 saíram — saldo de −2.775 vínculos. A profissão encolheu em 75 das 90 cidades onde aparece.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.