Cortador de solas e palmilhas, a máquina
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 40 atribuições para cortador de solas e palmilhas, a máquina, em 4 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.558
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 1
- 11 contratações
- Vagas perdidas
- −21
- encolheu em 2 das 3 cidades
- Atribuições
- 40
- em 4 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
11 contratações em 1 cidade
R$ 2.558
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um cortador de solas e palmilhas, a máquina
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Organizar corte de peças para confecção de calçados
11- Comparar a matéria-prima com as especificações da ordem de produção
- Identificar tipos de materiais (couro e ou sintético)
- Analisar dados da ordem de produção
- Ajustar máquinas de corte (balancim)
Cortar peças para a confecção de calçados
4- Posicionar navalhas na matéria-prima
- Remover peças cortadas nas navalhas
- Conferir quantidade de peças cortadas
- Separar peças cortadas em caixas conforme ordem de produção
Confeccionar solas para calçados
12- Carimbar solas (número e marca da empresa)
- Aplicar anti-derrapante nas solas (frisos)
- Chanfrar bordas das solas (arredondar)
- Polir bordas das solas
Realizar inspeções nos componentes dos calçados
4- Inspecionar visualmente a matéria-prima
- Inspecionar espessura da matéria-prima
- Verificar falhas e defeitos de cortes nas peças
- Medir a espessura das peças rachadas
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Agir com criatividade
- Demonstrar iniciativa
- Atuar com responsabilidade
- Demonstrar confiabilidade
- Demonstrar comunicabilidade
- Atuar com dinamismo
- Buscar auto-desenvolvimento
- Demonstrar auto-organização
- Trabalhar em equipe
Está contratando?
Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade.
Perdeu 21 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 2 das 3 cidades onde há dado.
- Contratações
- 110
- Saídas
- 131
- Cidades com dado
- 3
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um cortador de solas e palmilhas, a máquina?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um cortador de solas e palmilhas, a máquina tem 40 atribuições descritas, distribuídas em 4 áreas de atuação. Em organizar corte de peças para confecção de calçados, por exemplo: comparar a matéria-prima com as especificações da ordem de produção; identificar tipos de materiais (couro e ou sintético); analisar dados da ordem de produção; ajustar máquinas de corte (balancim).
Quanto ganha um cortador de solas e palmilhas, a máquina?
A mediana do salário de contratação de cortador de solas e palmilhas, a máquina é R$ 2.558 na cidade do meio, considerando 11 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de cortador de solas e palmilhas, a máquina está contratando?
Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade. Perdeu 21 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 2 das 3 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 764110.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.